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sábado, 14 de março de 2015

José Gonçalves

Pastor José Gonçalves


Pastor em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. 

Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. 

É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD e autor dos livros:
- Missões – o mundo pede socorro (Ed Halley); 
- Por que Caem os Valentes (CPAD); 
- As Ovelhas Também Gemem (CPAD); 
- Defendendo o Verdadeiro Evangelho (CPAD); 
- A Prosperidade à Luz da Bíblia (CPAD); 
- Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo (CPAD); 
- Porção Dobrada (CPAD); 
- Sábios Conselhos para um Viver Vitorioso (CPAD) e 

Co-autor do livro: 
- Davi – as vitórias e derrotas de um homem de Deus (CPAD, prêmio ABEC). 

É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no 
Piauí e membro da Comissão de Apologética da CGADB.

domingo, 1 de março de 2015

Pastor Esequias Soares

Pastor Esequias Soares



ESEQUIAS SOARES DA SILVA (1955). 
Pastor, presidente da Assembleia de Deus de Jundiaí (SP), escritor, apologista, colunista de periódicos da CPAD, comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical e presidente da Comissão de Apologia da CGADB. Nasceu em 11 de junho de 1955, em Paulista (PE), filho de Manoel Soares da Silva e Inês Pereira da Silva. Seus pais converteram-se ao evangelho em 1949, na Assembleia de Deus da mesma cidade. Seu pai foi professor de Escola Dominical, e sua mãe, atuante no Círculo de Oração. Esequias deixou a igreja ainda na adolescência, só retornando aos 22 anos. Desceu às águas batismais em 1977, na AD de Jundiaí. Sua carreira como professor das Sagradas Escrituras começou pouco antes de seu matrimônio, quando foi separado para lecionar para uma classe de Escola Dominical formada por adultos. Mais tarde, foi designado para ensinar aos jovens no templo-central da Assembleia de Deus em Jundiaí. Em 1980, ele é consagrado ao diaconato e, no ano seguinte, ao presbitério, nesta igreja serviu como co-pastor e vice-presidente, tendo sido ordenado pastor em 1987.
Em 23 de março de 1996, assumiu o pastorado da Assembleia de Deus de Jundiaí (SP), substituindo o pastor Elyseu Queiroz de Souza.
Graduou-se em Letras Orientais, com especialização em Língua e Literatura Hebraica, pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, e tem o bacharelado em Teologia. Em 2007, estava concluindo o curso de mestrado em Ciência da Religião, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Lecionou Hebraico e Antigo Testamento na Escola Superior de Teologia Evangélica (Este), em São Paulo, Hebraico, Grego e Seitas, no Seminário Teológico e Escola de Missões Antioquia (Vale da Bênção), e diversas disciplinas na Escola de Educação Teológica “Pastor Elyseu Queiroz de Souza” (Eteqs), onde atua como diretor-geral.
Sendo profundo conhecedor dos originais grego e hebraico da Bíblia, Esequias Soares notabilizou-se no cenário apologético brasileiro nos anos 90, com a publicação do livro Como Responder às Testemunhas de Jeová, combatendo as heresias da seita Testemunhas de Jeová. Pela CPAD, ele lançou dois títulos apologéticos: Manual de Apologética Cristã (2002) e Heresias e Modismos (2006).
Como apologista, fez parte da diretoria do Instituto Cristão de Pesquisa (ICP), tendo sido seu presidente por seis meses, em 1998, após a renúncia do pastor Alcino Lopes Toledo, e desde 2001, passou a presidir a Comissão de Apologética da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
Ele também integra o quadro de comentaristas da revista Lições Bíblicas da Escola Dominical desde 1994.

Publicou vários livros:
- Analisando o Divórcio à Luz da Bíblia - CPAD;
- Manual de Apologética Cristã - CPAD;
- Oséias" (Série: Comentário Bíblico - CPAD;
- Visão Panorâmica do Antigo Testamento - CPAD;
- Septuaginta: Guia Histórico e Literário (2009) - Hagnos;
- Cristologia: A Doutrina de Jesus Cristo (2008) - Hagnos;
- Testemunhas de Jeová: A Inserção de Suas Crenças e Práticas no Texto da Tradução do Novo Mundo (2008) Hagnos.

Tem autoria em:
- Articulista do jornal Mensageiro da Paz.
- Comentarista das revistas de Escola Dominical.


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A biografia e o ministério de Daniel Berg

A biografia e o ministério de Daniel Berg

Postado por Alex Sandro


Daniel Gustav Högber nasceu e cresceu na cidade de Vargon na Suécia. A data de nascimento é 19 de abril de 1884. Os pais de Berg, Gustav Verner Högberg e Fedrika Högberg, eram membros da Igreja Batista. Berg foi batizado nas águas aos 15 anos de idade em 12 de fevereiro de 1899 juntamente com seu amigo de infância Lewi Petrus.
Mas devido a uma crise financeiro que chegou a Suécia na época, Berg viajou para os EUA a bordo do navio M.S.Romeu em 25 de março de 1902 na expectativa de uma vida melhor. Trabalhou durante sete anos na América como fundidor.
Ao voltar à Suécia para visitar seus pais, Berg encontrou seu amigo Lewi Petrus, agora pastor de uma igreja avivada em Lidköping, e o desejo peja obra ardeu em seu coração. De retorno aos EUA foi batizado com o Espírito Santo.
Em Chicago quando participava de uma conferência bíblica, conheceu Gunnar Vingren. Em certa ocasião, o Senhor falou ao seu coração que procurasse Vingren. Ele então foi a South Bend no estado de Indiana onde contou a Vingren o que acontecia. Passaram a orar juntos, foi quando Deus revelou sua vontade através de uma profecia revelando o campo missionário no Pará.
Daniel Berg pediu demissão, e seu patrão além de fazer o acerto do trabalho, ainda lhe deu uma bolacha e uma banana. Isso simbolizava o desejo de não faltar suprimentos ao amigo, era uma tradição americana.
Berg chegou solteiro ao Pará no vigar da juventude aos 26 anos de idade e permaneceu solteiro até 1920. Deus sempre chama a juventude comprometida para a sua obra. Foi assim com José, Davi, Samuel etc. De volta para visitar a Suécia, conheceu uma linda Jovem, Sara Ber, e se casou com ela em 31 de julho daquele ano, e vieram morar no Brasil em 21 de março de 1921. O senhor lhes concedeu David e Deborah. O administrador do blog Alerta Final conheceu David pela primeira vez em Belém Pará. Em outras ocasiões aqui no Grande Templo em Cuiabá.
Daniel Berg foi homem de coragem. Deixando o desenvolvimento da Europa, e desbravando a Amazônia, enfrentando enchentes, rios, cachoeiras a bordo de perigosa canoas e barcos. Andavam a pé, correndo perigo de feras, doenças como a febre amarela, malária e outras. Mas foi assim com Paulo e com todos que tem uma chamada para fazer a obra de Deus. Este é o verdadeiro significado do viver da obra.
Trabalhando na Companhia Port of Pará (hoje Companhia Dorcas do Pará) trabalhava para pagar as aulas de português que Vingren estudava. Enquanto ele trabalhava, Vingren estudava, e à noite Vingren ensinava o português a Berg. Com o restante do salário, Berg importava literaturas dos EUA, e distribuía Bíblias em português aos paraenses. Poucas pessoas sabiam ler, mas Berg visitava casa por casa, as famílias em todos os bairros e ruas.
Daniel Berg foi um homem de coragem, andando pelas ilhas, carregando suas duas malas, uma com suas roupas e outra cheia de bíblias para evangelizar. A estrada de ferra de 400 km, muitas vezes fez este percurso a pé. A ponto de seus pés incharem. Numa de suas viagens pelos rios, estava em uma canoa quando de repente ela foi envolvida por um redemoinho, e naufragou. Berg nadou entre os jacarés para sair da água. Até no hospital quando doente, ele distribuía folhetos. Em 1963 andava evangelizando no hospital onde estava internado mesmo com a saúde frágil, e os cuidados da enfermeira que insistia que ele parasse.
Daniel foi um homem simples e humilde, quando vinham as lutas e tribulações, apenas glorificava a Deus. Caminhando pelas ruas de Belém, enchia os bolsos de manga, e ia chupando mangas pelas ruas. Mudou-se para Vitória (ES) em 24 de Janeiro de 1922. Na comemoração dos 50 anos da Assembleia de Deus, Jubileu de Ouro, esteve em Belém para as celebrações. Foi condecorado pelo Pastor Paulo Leivas Macalão no Maracanãzinho com uma medalha de ouro. Mas a glória dava à Deus o dono da obra.
Berg não recebeu os cuidados e as honras que merecia. O próprio irmão Adriano Nobre reconheceu isto quando escreveu na extinta Revista Seara. Berg e sua família voltaram definitivamente para a Suécia em 1962. O Senhor recolheu Berg para o paraíso no dia 28 de maio de 1963, quando Berg tinha 79 anos. Na Suécia, onde estão seus parentes sepultados, ali também está Daniel Berg, que partiu feliz, e com a certeza da salvação.
Hoje perto do aniversário de 100 anos da igreja, ela se tornou grande e poderosa pelo Senhor Jesus Cristo. Registrados na CGADB há mais ou menos 40 mil pastores escritos. Hoje os membros são contados em milhões de pessoas. Mas ainda precisamos fazer muito tomando oexemplo de Berg. A nação vive afundada no pecado, idolatria, corrupção, vícios e outras mazelas sociais, e acima de tudo espiritual. Precisamos mergulhar de volta no ministério da evangelização.